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Aulas sobre o Tratado

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Segue, em ordem, as aulas ministradas por Pe. Paulo Ricardo sobre o “Tratado da Verdadeira Devoção à Virgem Maria” de São Luís Maria G. de Montfort.

Foram aulas preparatórias para a Campanha de 2011, mas que seguem esclarecedoras para a Campanha de 2012, substituindo, evidentemente, as datas e dados referentes a 2011.

Aula 1 (Cap. 1)

Aula 2 (Cap. 2 e 3)

Aula 3 (Cap. 4)

Aula 4 (Cap. 5 à 8 )

***

Pregação: Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Imperatriz do Brasil

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  • Washington Danilo

    Olá Padre, Sua Benção… Gostei muito dessas Videos Aulas sobre o Tratado,porem tive um Grande Dúvida, faço teologia e aprendi que Adão e Eva Não existiram e que o capitulo do 1 ao 12 é uma introdução, e a bíblia começa a partir do capitulo 12 de Gênesis.

    • Equipe de Organização

      Com relação a sua dúvida transcrevemos um trecho da encíclica HUMANI GENERIS do Papa Pio XII, da qual recomendamos a leitura completa no link abaixo:

      “37. Mas, tratando-se de outra hipótese, isto é, a do poligenismo, os filhos da Igreja não gozam da mesma liberdade, pois os fiéis cristãos não podem abraçar a teoria de que depois de Adão tenha havido na terra verdadeiros homens não procedentes do mesmo protoparente por geração natural, ou, ainda, que Adão signifique o conjunto dos primeiros pais; já que não se vê claro de que modo tal afirmação pode harmonizar-se com o que as fontes da verdade revelada e os documentos do magistério da Igreja ensinam acerca do pecado original, que procede do pecado verdadeiramente cometido por um só Adão e que, transmitindo-se a todos os homens pela geração, é próprio de cada um deles.(11)

      38. Da mesma forma que nas ciências biológicas e antropológicas, há alguns que também nas históricas ultrapassam audazmente os limites e cautelas estabelecidos pela Igreja. De modo particular, é deplorável a maneira extraordinariamente livre de interpretar os livros históricos do Antigo Testamento. Os fautores dessa tendência, para defender a sua causa, invocam indevidamente a carta que há não muito tempo a Comissão Pontifícia para os estudos bíblicos enviou ao arcebispo de Paris.(12) Essa carta adverte claramente que os onze primeiros capítulos do Gênesis, embora não concordem propriamente com o método histórico usado pelos exímios historiadores greco-latinos e modernos, não obstante, pertencem ao gênero histórico em sentido verdadeiro, que os exegetas hão de investigar e precisar; e que os mesmos capítulos, com estilo singelo e figurado, acomodado à mente do povo pouco culto, contêm as verdades principais e fundamentais em que se apóia a nossa própria salvação, bem como uma descrição popular da origem do gênero humano e do povo escolhido. Mas, se os antigos hagiógrafos tomaram alguma coisa das tradições populares (o que se pode certamente conceder), nunca se deve esquecer que eles assim agiram ajudados pelo sopro da divina inspiração, a qual os tornava imunes de todo erro ao escolher e julgar aqueles documentos.

      39. Todavia, o que se inseriu na Sagrada Escritura tirado das narrações populares, de modo algum deve comparar-se com as mitologias e outras narrações de tal gênero, as quais procedem mais de uma ilimitada imaginação do que daquele amor à simplicidade e à verdade que tanto resplandece nos livros do Antigo Testamento, a tal ponto que os nossos hagiógrafos devem ser tidos neste particular como claramente superiores aos antigos escritores profanos.” (Pio XII HUMANI GENERIS n. 37-39)

      Link da encíclica em português: http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_12081950_humani-generis_po.html

    • Equipe de Organização

      Não somos o pe. Padre Paulo Ricardo, somos um grupos de leigos, filhos espirituais dele, que divulgamos a Consagração Total à Santíssima Virgem.

      Com relação a sua dúvida transcrevemos um trecho da encíclica HUMANI GENERIS do Papa Pio XII, da qual recomendamos a leitura completa no link abaixo:

      “37. Mas, tratando-se de outra hipótese, isto é, a do poligenismo, os filhos da Igreja não gozam da mesma liberdade, pois os fiéis cristãos não podem abraçar a teoria de que depois de Adão tenha havido na terra verdadeiros homens não procedentes do mesmo protoparente por geração natural, ou, ainda, que Adão signifique o conjunto dos primeiros pais; já que não se vê claro de que modo tal afirmação pode harmonizar-se com o que as fontes da verdade revelada e os documentos do magistério da Igreja ensinam acerca do pecado original, que procede do pecado verdadeiramente cometido por um só Adão e que, transmitindo-se a todos os homens pela geração, é próprio de cada um deles.(11)

      38. Da mesma forma que nas ciências biológicas e antropológicas, há alguns que também nas históricas ultrapassam audazmente os limites e cautelas estabelecidos pela Igreja. De modo particular, é deplorável a maneira extraordinariamente livre de interpretar os livros históricos do Antigo Testamento. Os fautores dessa tendência, para defender a sua causa, invocam indevidamente a carta que há não muito tempo a Comissão Pontifícia para os estudos bíblicos enviou ao arcebispo de Paris.(12) Essa carta adverte claramente que os onze primeiros capítulos do Gênesis, embora não concordem propriamente com o método histórico usado pelos exímios historiadores greco-latinos e modernos, não obstante, pertencem ao gênero histórico em sentido verdadeiro, que os exegetas hão de investigar e precisar; e que os mesmos capítulos, com estilo singelo e figurado, acomodado à mente do povo pouco culto, contêm as verdades principais e fundamentais em que se apóia a nossa própria salvação, bem como uma descrição popular da origem do gênero humano e do povo escolhido. Mas, se os antigos hagiógrafos tomaram alguma coisa das tradições populares (o que se pode certamente conceder), nunca se deve esquecer que eles assim agiram ajudados pelo sopro da divina inspiração, a qual os tornava imunes de todo erro ao escolher e julgar aqueles documentos.

      39. Todavia, o que se inseriu na Sagrada Escritura tirado das narrações populares, de modo algum deve comparar-se com as mitologias e outras narrações de tal gênero, as quais procedem mais de uma ilimitada imaginação do que daquele amor à simplicidade e à verdade que tanto resplandece nos livros do Antigo Testamento, a tal ponto que os nossos hagiógrafos devem ser tidos neste particular como claramente superiores aos antigos escritores profanos.” (Pio XII HUMANI GENERIS n. 37-39)

      Link da encíclica em português: http://www.vatican.va/holy_father/pius_xii/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_12081950_humani-generis_po.html

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  • Sergio

    Prezados, gostaria de saber algo referente ao sinal externo da consagração. Pode ser uma aliança de prata (aquelas de compromisso)??? Como saber qual é o melhor sinal externo desta consagração (sugestão: colocar imagens de coisas que podem servir como sinal externo)??? Outra coisa, podemos divulgar que este sinal externo refere-se à consagração ou devemos permanecer em silêncio??? Aguardo retorno.

    • Equipe de Organização

      Sergio,

      Você pode escolher qualquer objeto que se digno e conveniente para ser sinal de sua consagração a Virgem Santíssima. Recomenda-se sempre a humildade e modéstia cristã. Não há necessidade de contar qual seu sinal de consagração para as pessoas. Mas se perguntarem explique e divulgue a consagração a Nossa Boa Mãe.

      Salve Maria.

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  • Equipe de Organização

    Salve Maria!

    Há a data do post. Mas vamos tentar deixar mais explícito. Obrigado por nos ajudar.